Caminhos de Portugal

Viajar por Portugal é descobrir novos caminhos para entender a nossa história e conhecer o nosso povo, pois em cada canto se encontra um pouco do nosso passado.E nos pequenos povoados é onde se encontra o melhor do nosso povo.

 1 – Sortelha

Sortelha é uma simpática aldeia medieval, que se encontra rodeada por uma muralha (Muralha do Burgo) em forma de anel. A sua posição estratégica no centro de Portugal, oferece vistas incríveis sobre a Serra da Estrela e a Covilhã. Sortelha destaca-se pela paisagem romântica e por uma torre de menagem assente num rochedo. Na praça do pelourinho podemos contemplar o Castelo e visitá-lo.

Aprecie a Varanda do Juiz de onde eram ditadas as sentenças. Existem várias casas ao longo da calçada medieval, inclusive a antiga cadeia, a casa número 1 e o forno comunitário, ponto de encontro para tomar café.

Admire a bonita Igreja Matriz de Sortelha com sua a torre sineira e algumas sepulturas escavadas nas rochas. Divirta-se na feira medieval anual que ocorre no mês de setembro. A moeda da feira, o sortilho, pode ser trocada por euros e usada como moeda de troca neste evento.

2 – Almeida

As vistas de Almeida sobre o rio Coa valem, só por si, uma visita a esta aldeia histórica, que fica a apenas a 7 km de Espanha. Esta aldeia histórica foi um dos mais importantes pontos estratégicos de defesa de Portugal e está rodeada por uma bonita muralha de pedra, com a forma de uma estrela. Pode visitar as ruínas do seu castelo gótico e atravessar as Portas Duplas de São Francisco, passar por pontes e túneis históricos. Imagine como seria a vida militar naqueles tempos através de uma visita às casamatas.

Estes quartéis militares à prova de bomba serviram de refúgio de milhares de pessoas durante a guerra dos sete anos. Não deixe de fazer uma visita aos cavalos no Picadeiro d’el Rei para praticar equitação ou fazer um passeio real de charrete.

Na famosa casa da Amelinha pode provar a doce ginjinha de Almeida e na Casa das Artes e Ofícios conhecer as peças de olaria artesanal ou provar saborosos doces de amêndoa. No último sábado de cada mês pode assistir ao render da guarda nas Portas Duplas de São Francisco.

Reviva também o episódio histórico do cerco de Almeida pelas tropas francesas, durante o mês de agosto. Vão com “Alma até Almeida”!

3 – Monsanto


Monsanto foi distinguida em 1938 com o Galo de Prata, por ser considerada a “aldeia mais portuguesa”. Uma réplica do galo de prata destaca-se no topo da Torre de Lucano – a torre sineira da Igreja da Misericórdia. Aprecie a serenidade da paisagem e visite o Castelo Medieval.

Percorra as suas muralhas que, juntamente com o Miradouro do Forno, oferecem paisagens serenas. Admire também rochas graníticas de grandes dimensões e uma laje com cavidades peculiares a “Laje das 13 Tijelas”, onde, segundo reza uma lenda, se alimentavam os pobres.

Na Capela de São Pedro de Ver-a-Corça existe um relógio de sol feito de pilares de granito no portal. É um local romântico para apreciar a luz colorida do por do sol, típica desta zona.

Após a caminhada, desfrute de uma refeição caseira nos restaurantes de Monsanto e prove os enchidos tradicionais que são um deleite! Se gosta de passeios a pé, aproveite para conhecer a Rota dos Barrocais.

4 – Idanha-a-Velha

Idanha-a-Velha é uma das aldeias mais antigas de Portugal, localizada no centro do país. Julga-se que foi fundada no século I pelos romanos. A sua história abrange várias religiões e reinos, com uma herança arqueológica incrível. A Sé Catedral ou Igreja de Santa Maria é o testemunho vivo da influência dos romanos, suevos, visigóticos, islâmicos e templários. A imponência das 7 torres de Idanha-a-Velha surpreende-nos logo à chegada, sobretudo a torre de menagem, assente num templo romano.

Descubra um curioso lagar de varas, o arquivo epigráfico e ainda vestígios de uma casa romana. Junto ao Largo da Amoreira, há uma casa marroquina com belas varandas trabalhadas. Atravesse uma bela ponte romana sobre o Rio Pônsul, que outrora ligava esta população a Mérida.

Conheça o ambiente acolhedor do café da Liga de Amigos da Freguesia de Idanha-a-Velha, LAFIV. Visite o forno comunitário e delicie-se com as iguarias de azeite e enchidos.

Leve consigo um souvenir do artesanato local: o Adufe (pandeiro) ou uma Marafona (cruz de madeira vestida como boneca de pano).

5 – Dornes

Dornes descansa numa península banhada pelo Rio Zêzere, no centro de Portugal. Esta aldeia é facilmente identificada pela sua torre Pentagonal, a Torre dos Templários, que assenta sobre o pódio romano, vestígios do tempo da sua ocupação.

A proximidade do Rio Zêzere, outrora rico em ouro, fez de Dornes um local de eleição. Ao lado da torre, a Igreja de Nossa Senhora do Pranto, guarda belíssimas esculturas religiosas, dignas de visita.

Outra das curiosidades desta região é uma gruta, que se julga ser uma antiga “moradia” do tempo paleolítico, a “Gruta de Ave Casta”. Dornes foi o local escolhido para as filmagens do filme português, a comédia dot.com do realizador Luís Galvão Teles.

 6 – Cerdeira

Visitar as Aldeias de Xisto da Lousã é reviver a autenticidade do nosso país. Há 27 aldeias de Xisto para descobrir em Portugal. Cerdeira é uma aldeia pitoresca e romântica, com caminhos e becos de ardósia. A serra luxuriante, as pequenas pontes e cascatas de água são o cenário ideal para os retiros artísticos e os encontros de Jazz promovidos nesta aldeia.

Em julho decorre o Festival “Elementos à Solta” e a Aldeia de Cerdeira enche-se de cor, criatividade, inspiração de artistas de diversas áreas da pintura, escultura, poesia e música. Não deixe de conhecer as rotas pedestres das Aldeias de Xisto e caminhe por trilhos antigos.

Prove os sabores desta Aldeia histórica através de pratos típicos como a Chanfana (feito com carne de cabra). Aproveite o evento Xisto Week para provar os menus de degustação dos melhores restaurantes desta região. No verão refresque-se nas belas praias fluviais ao redor.

 7 – Cerdeira de Coja

 

A antiga freguesia de Santo António de Cerdeira, também conhecida por Cerdeira de Coja, foi curato da apresentação do vigário de Coja e pertenceu a este concelho até à sua extinção pelo decreto de 31 de dezembro de 1853, integrando depois o de Arganil. Teve foral dado a 15 de dezembro de 1507 pelo então bispo de Coimbra, D. Jorge de Almeida. Este foral foi confirmado por D. Manuel I em 12 de setembro de 1514.

Inclui-se na Rota das chamadas Aldeias do Xisto.

Extrato do livro de José Francisco Marques “Cerdeira Terra de Azeite e Pão”

“Era um pequeno povoado encravado nas vertentes da serra da Maria Negra, uma das muitas em que se desdobra a cordilheira que desde a Estrela e vem terminar na Lousã.

Alguma coisa deve ter mudado, mas não cresceu muito como burgo.

Situa-se na encosta norte de um pequeno monte que os habitantes das circunvizinhanças denominaram Lombas das Corgas, nome que era também usado pelos moradores da Cerdeira de Coja, para pontar a sua posição nas soalheiras quebradas dos Casais.

As manhãs de sol brilhante traziam consigo algum alento aos camponeses, pois ajudava a derreter a grande camada de geada que se formava durante a noite e dificultava os trabalhos no campo.

Na única rua da aldeia, os passos rangiam sobre a estrumada de mato e canoilos de milho que cobria o empedrado original. Os telhados de pesadas lages mal unidas, brilhavam com a fina camada branca que pouco a pouco se derretia, originando uma leve fumaça que logo se dissipava sob os raios do astro--rei. O latir dos cães, o cacarejar das aves e o chilrear alegre dos pàssaros, traziam ao bucólico ambiente um ar festivo, característico dos rústicos povoados do interior, virtude em que todos se assemelham.”

8 – Almourol, Vila Nova da Barquinha

O Castelo de Almourol é um dos monumentos históricos mais românticos do centro de Portugal. Situado numa ilhota no Rio Tejo, em Vila Nova da Barquinha, é um símbolo inconfundível da reconquista cristã.

Logo em frente, fica a graciosa Aldeia de Tancos, onde pode visitar uma notável Igreja com azulejos do século XVII, a Igreja Matriz de Tancos. Outra das grandes atrações de Vila Nova da Barquinha é a Igreja Matriz de Atalaia com belíssimos azulejos policromados azuis e amarelos do século XVII.

Esta região é também conhecida pelo seu Parque de Escultura Contemporânea de Almourol e o Centro Integrado de Educação em Ciências com áreas temáticas interativas, sobre a história local.

9 – Podence

Descubra a história de Podence, no norte de Portugal, em Macedo de Cavaleiros. Existem ainda alguns vestígios da época em que esteve ocupada pelos mouros, como o “curral mouro” ou o “poço dos mouros”.

Uma das características mais marcantes desta aldeia é a festa, a diversão e a tradição que se vive no Carnaval, através de mascarados, coloridos e misteriosos que transportam chocalhos à cintura, os Caretos.

Percorra a Rota dos Museus de Macedo de Cavaleiros e conheça as tradições na Casa do Careto.

10 – Santa Maria de Marvão

Dificilmente se esquece esta aldeia medieval – ir a Marvão é ficar sempre com vontade de regressar. Marvão está rodeada por muralhas e localiza-se no topo da Serra de São Mamede, no coração do Alentejo.

O Castelo de Marvão é lindo, está muito bem conservado e foi um importante ponto de defesa militar de Portugal. As vistas do castelo, as casinhas típicas alentejanas, a arte sacra da antiga Igreja de Santa Maria (hoje Museu Municipal) e toda a serenidade deste local, merecem ser sublinhados.

Em outubro, Marvão é palco de um grande Festival AL Mossassa, que presta homenagem a Ibn Maruan (fundador desta localidade no século IX).Neste Festival pode reviver as influências culturais de Marvão, com música, danças, mercados e gastronomia islâmica.

11 – Monsaraz

Monsaraz é uma aldeia histórica cuja origem remonta à pré-história. Alguns testemunhos dessa época, como o Cromeleque do Xerez e o Menir do Barrocal do Megalitismo, podem ser visitados neste concelho. Junto ao grande lago do Alqueva, fica o Castelo de Monsaraz envolvido por grandes muralhas e casario branco.

É um prazer descobrir as suas ruelas iluminadas pelo sol e pelas buganvílias que brotam dos muros. Algumas portas da muralha, tal como a Porta da Vila, oferecem vistas mágicas sobre a planície alentejana. Suba à torre panorâmica do Castelo e apaixone-se por esta região.

A Arena do Castelo, a Igreja de Nossa Senhora da Lagoa e o Museu do Fresco são algumas das atrações a não perder. A autenticidade dos alentejanos, a olaria regional, os vinhos, as deliciosas migas alentejanas, os queijos, o pão e o ensopado de borrego fazem a alegria de qualquer visitante.

À noite a beleza do céu límpido faz  as estrelas brilhar com maior intensidade, como foi certificado pela Starlight Tourism Destination. No final do mês de agosto realiza-se a Dark Sky Party Alqueva, ideal para os apreciadores de astronomia. Precisa de mais inspiração? Consulte os guias de turismo de Monsaraz e veja as imagens de Monsaraz a 360º.

12 – Santa Susana

Considerada por muitos como a “Aldeia mais bonita do Alentejo”, Santa Susana é ideal para quem procura paz e sossego. Tem apenas cerca de 10 ruas, muito limpas, ladeadas por típicas casinhas brancas e azuis, com bonitas chaminés.

O azul do céu e o brilho do sol são o contraste perfeito para um momento de bendita pasmaceira. Visite a sua Igreja de Santa Susana.

A aldeia de Santa Susana é também conhecida pelos amantes do Budismo Tibetano, através do Centro de Retiros Thubten Phuntsog Gephel Ling, que dinamiza várias atividades e eventos individuais e de grupo. Pode também visitar um dos monumentos budistas mais altos do ocidente, o Stupa Tashi Gomang.

13 – Évora Monte

Suba até à Serra d’ Ossa, contemple a imponente Porta do Freixo e percorra as muralhas até à Torre do Castelo de Évora Monte. Terá uma das melhores vistas sobre a planície Alentejana. Évora Monte marcou a história de Portugal ao assinalar o final da Guerra Civil em 1834.

O Castelo de Évora Monte tem uma arquitetura peculiar, com quatro imponentes torreões circulares. Passeie pelo casario caiado de branco com barras amarelas e azuis e visite o celeiro comum de Évora Monte.

14 – Alte

Alte é uma aldeia acolhedora localizada no interior do Algarve. É atravessada pelo Ribeiro de Alte que oferece caminhadas relaxantes, além de uma piscina natural, para se refrescar nos dias mais quentes. Existem também áreas ajardinadas para fazer piqueniques ou churrascos.

Aproveite para visitar a bonita Igreja matriz de Alte, do século XIII, dedicada a Nossa Senhora da Assunção. Pode também conhecer os vestígios dos moinhos de Alte ou Azenhas. A queda de água do Vigário é outra atração desta Aldeia Histórica.

A água cai ao longo de cerca de 24 metros de altura para formar um lago convidativo – desfrute da natureza, ouça o som da água que corre. Caminhe nas ruas de calçada portuguesa de Alte, e descubra as casinhas com belas chaminés trabalhadas. Não deixe de provar os doces e licores regionais.

15 - Óbidos

 

"Óbidos" deriva do termo latino ópido, significando «cidadela», «cidade fortificada». Nas suas proximidades ergue-se a povoação romana de Eburobrício.

Terá sido tomada aos Mouros em 1148, e recebido a primeira carta de foral em 1195, sob o reinado de D. Sancho I. Óbidos fez parte do dote de inúmeras rainhas de Portugal, designadamente D. Urraca de Castela (esposa de D. Afonso II), a Rainha Santa Isabel (esposa de D. Dinis), d. Filipa de Lencastre (esposa de D. João I), D. Leonor de Aragão (esposa de D. Duarte), D. Leonor de Avis (esposa de D. João II), entre outras.

 

Em 1527, viviam 161 habitantes na vila, o que corresponderia a cerca de 1/10 da população do município.

Foi de Óbidos que nasceu o concelho das Caldas da Rainha, anteriormente chamado de Caldas de Óbidos (a mudança do determinativo ficou a dever-se às temporadas que aí passou a rainha D. Leonor).

 16 - Belmonte

Belmonte é uma vila portuguesa do distrito de Castelo Branco, na província da Beira Baixa, região do Centro e sub-região das Beiras e Serra da Estrela, com cerca de 3 500 habitantes.

É sede do município de Belmonte com 118,76 km² de área e 6 859 habitantes (2011),[1] subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte pelo município da Guarda, a leste pelo Sabugal, a sudoeste pelo Fundão e a oeste pela Covilhã. A história da vila remonta ao século XII, quando o concelho municipal recebeu foral de D. Sancho I em 1211.

Belmonte e a vizinha Covilhã, apesar de situados no interior de Portugal estão conotados como poucas regiões portuguesas com os Descobrimentos marítimos Portugueses. Entre as curiosidades que permeiam a história da vila está o facto de que o descobridor do Brasil no século XV, o navegador Pedro Álvares Cabral, ter nascido em Belmonte.

   Casa onde nasceu Pedro Àlvares Cabral

Belmonte é um concelho quase tão antigo como a Nacionalidade. A vila de Belmonte teve foral em 1199 e está situada no panorâmico Monte da Esperança (antigos Montes Crestados), em cujo morro mais rochoso foi construído nos finais do séc. XII o seu castelo que juntamente com os castelos de Sortelha e Vila de Touro, formaram até à assinatura do Tratado de Alcanices (1297), a linha defensiva do Alto Côa, apoiada na retaguarda pela muralha natural da Serra da Estrela e pelo Vale do Zêzere. Por ser tempo de guerras contra leoneses e castelhanos, o castelo de Belmonte foi sendo melhorado nos reinados de D. Afonso III, D. Dinis e D. João I. A bravura e a lealdade da família dos Cabrais, foi sempre lendária e temida, sobretudo a do seu primeiro Alcaide-mor – Fernão Cabral, que uma vez nomeado a título definitivo e hereditário, em 1466 por D. Afonso V, transformará o castelo numa Residência Senhorial Fortificada, onde seu filho Pedro Álvares Cabral viverá os seus primeiros anos de vida.

 No séc. XIII atesta-se a existência de uma já próspera comunidade Judaica, responsável pela existência de uma sinagoga de que resta uma inscrição datada de 1296, que provavelmente viveria numa judiaria localizada no atual bairro de Marrocos. Em consequência da expulsão dos judeus de Espanha em 1492, pelos Reis Católicos é provável que esta comunidade tenha aumentado, até que em 1496, D. Manuel I decreta a conversão forçada ao catolicismo, seguindo-se uma série de perseguições e a criação de uma comunidade cripto-judaica que sobreviveu ao longo dos séculos, mantendo os seus rituais e tradições. É ainda o mesmo monarca que em 1510 renova o foral de Belmonte. Em 1989 foi oficialmente criada a comunidade judaica de Belmonte, cuja sinagoga foi inaugurada em 1997, atualmente é uma das poucas comunidades com Rabi.

17– Cuada, Ilha das Flores (Açores)

Esta pequena aldeia fica numa ilha vulcânica localizada no fim do mundo ocidental da Europa, na Ilha das Flores (Açores). No século XIX ali viviam cerca de 120 habitantes. Nesta ilha houve em tempos uma fábrica de aproveitamento do óleo da baleia, hoje transformada no Museu da Baleia.

A Aldeia da Cuada pode ser visitada por quem procura o encanto bucólico, a tranquilidade e o isolamento junto ao mar. Existem alguns pontos de atração a visitar, como cascatas, lagoas, grutas e toda a beleza natural dos fenómenos geológicos.

Presta-se a caminhadas, surf e muito descanso. Com montanhas verdejantes, passarinhos, lagoas, e o oceano ao seu redor, a aldeia da Cuada mais parece saída de um sonho.

 18 – Curral das Freiras, Ilha da Madeira

O Curral das Freiras na Ilha da Madeira foi em tempos o refúgio da população, nomeadamente das freiras do Convento de Santa Clara, quando a Ilha sofreu ataques de piratas. Julga-se que este acontecimento esteve na origem do seu nome.

Escondida numa magnífica caldeira rodeada por montanhas altas e verdejantes, esta aldeia foi em tempos de difícil acesso, sobrevivendo sobretudo da agricultura local. Esta localidade, que mais parece saída do filme “Música no Coração”, pode ser avistada desde o miradouro da Eira do Serrado.

Desfrute de uma das belas vistas da Ilha da Madeira. Visite a Igreja Matriz do Curral das Freiras edificada no século XVIII, junto ao cemitério e contemple a beleza das montanhas ao seu redor. No dia 1 de novembro festeja-se a Festa da Castanha, que atrai milhares que pessoas.

Prove os licores de castanha, os bolos e as castanhas assadas. No Natal, o Curral das Freiras exibe um dos maiores presépios da Ilha.


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